quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

S. Clube 7\02


Não era pouco... Maravilha a visão das duas nuas no palco da boate no S. Clube. Elas se enroscavam em uma dança sensual com requintes de beijos chupados na boca e nos seios... Era meio enlouquecedora a visão da Ví e da bela loira que lhe servia de par, ambas pareciam regular idade, belíssimas para o desespero de muitas mulheres mais jovens e muito menos belas na ocasião... Enquanto elas absolutas no palco, eu e o silencioso marido da bela loira contemplávamos de baixo  orgulhosos do que nos pertencia.

Depois de cochichada no ouvido pela Ví, desceram as duas do pedestal, nuas, dançantes, embolaram as duas em nos dois... As vezes um “trenzinho” em que a ordem dos “vagões” ia mudando de posição, as vezes apenas embolados os quatro, os dois maridos, sem sequer trocarem palavra em momento algum, hora atacavam a própria esposa, hora atacavam a esposa alheia... Mas quase sempre atacando as duas...

Ensaiadas, no mesmo tempo, lado a lado, agacharam para nos chupar... Durante um bom tempo ficaram as duas ali nuas e agachadas nos engolindo enquanto entreolhavam se e sorriam uma a outra... Simultâneas, debruçaram-se sobre o palco, empinaram as bundas nuas  aguardando que nos dois entrássemos... Enquanto saiamos e entravamos, elas bem encostadas uma na outra iam se beijando ou olhando sobre o ombro e para trás se divertiam olhando nossas caras de tarado...

Durante todo o domingo, meio de ressaca, sempre que fechava os olhos, vinha-me a imagem das duas com as costas postas sobre o palco e aquelas longas pernas arreganhadas e pesadas pelas sandálias de salto alto, juntas de tal forma que a perna direita de uma cruzava-se com a esquerda da outra... Nós dois ombro a ombro fudendo cada um a sua... Braços ocupados escorando as pernas das damas... Elas confortáveis, comidas, mãos livres para explorar uma a outra... Delícia o beijo entre mulheres nuas...
Nem pude gozar naquele momento, fui intimado a guardar tudo para casa... Em casa ela queria que lhe comece o cu e entre insultos de: “filho da puta vc está me arregaçando” – Tb saiam: “Não sai, fica, to gozando... Enche tudo de porra, goza no meu cu...”





sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Click



Click.

Lá pelas tantas, resolvemos dar uma volta no “Labirinto” do segundo andar da Vogue... Entramos em um pequeno estúdio vazio, mas antes que pudéssemos deixar o ambiente, um fotógrafo educado e convincente, nos persuadiu a ficar. Com muito jeito e postura profissional foi fazendo fotos sensuais da Ví – Ela havia pedido a ele algo mais “light”...

Sem perder a postura profissional ele tentava encontrar as palavras corretas para dizer a Ví que queria fotografá-la com menos roupas... Como a Ví teimava em não entender, Tive que interferir; -“Em outras palavras, ele quer que vc fique pelada”- para minha alegria, dele e de um casal, que havia pedido autorização para assistir, ela sem nenhum pudor revelou o que todos queríamos ver... Foi logo sacando a blusinha amarela com a facilidade  e prática de quem faz isso todo Santo Dia...

Mal sabia ele que estava me ajudando a realizar uma fantasia antiga; há muito queria assistir a Ví ser fotografada em poses sensuais por um homem. Já haviam me oferecido um bom trabalho uma vez, mas quem faria o click era uma dupla de fotógrafas, não havia ao menos um homem na equipe... A brincadeira não era essa. Tinha que ser um homem, que usasse as mãos profissionalmente, a mente para desejar e os olhos para “lamber”... Nosso amigo das fotos tb é liberal, tinha conta com a esposa no sexlog, o que reforçou minha fantasia, atrás da câmera não havia apenas um olhar artístico, mas Tb um olhar de homem e malícia... Talvez em uma futura ida ao Rio, um trabalho feito mais detidamente...




Fica a dica do profissional: SEXLOG: casalexchange



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Sábado Dia 6




Essa blusa marca e provoca tanto, que sábado na “casa” um desconhecido sem dar aviso prévio mordeu lhe o bico do peito... Atitude rara, uma vez que no clube, geralmente qualquer coisa só acontece com consentimento. Ela Tb provocou, enquanto no balcão comprando bebidas, deve ter reparado que o desconhecido não tirava os olhos dos seios dela, ainda solicitou a ele que abrisse, por favor, a garrafa de água mineral...

Alias, porque ela se ofereceu para pegar as bebidas? O q normalmente sou eu quem faz... Será que foi mesmo de surpresa e sem consentimento? Vai saber...

Adoro a Saiazinha rosa, curta, de um tecido fino gostoso de tocar que desliza sobre a pele. Lateja-me o pau relembrar a saiazinha “escorrendo” sobre as coxas enquanto ela cavalgava outro estranho naqueles sofás na varanda fechada anexa a boate...

Enquanto dançava esfregando-se em mim e deixando se exibir em tudo, ele foi se aproximando, ergui a saia do lado esquerdo deixando livre a coxa e a lateral da calcinha... Aproximou-se mais, com as costas da mão, ele alisou a extensão lateral da coxa até a bunda... Com pouco ele estava dançando com ela. Na verdade o rebolado ela por conta dela, ela apenas se dava o “trabalho” de movimentar mãos e boca, sob e sobre todas as partes da roupas dela...

Ela sussurrou duas coisas no ouvido dele, sinalizou a mim, saíram os dois na frente de mãos dadas até a varanda anexa. Ordenou que ele sentasse. Enquanto ela ainda estava de pé ele sugou-lhe a buceta... Ela mesma tirou o pau dele para fora, sem tirar a saia, sacou a calcinha e a jogou para mim para que eu pudesse guardá-la. Sentado dois ou três lugares afastado, observei com calma e prazer quando ela sentou-se sobre ele primeiro de costas e socando... Depois de frente e cavalgando...

Forte adrenalina, assistir sua mulher preparar-se para ser penetrada... Abre o fecho, Poe para fora, confere a camisinha, punheta. Dá ele as costas; Afasta um pouco as pernas e agacha a bunda em direção ao colo dele, ergue a saia rosa e com uma mão e com a outra entre as pernas guia o pau dele na direção da buceta, vai sentando e erguendo aos poucos até sentar toda e deixar  o pau sumir todo dentro dela...

Foi sendo cavalgado, ouvindo dela todo tipo de “baixarias”, atracado aos Peitões de Mármore, foi enrijecendo o corpo até gozar assistindo ao mesmo tempo ela tombando a esquerda desaparecendo com o meu pau na boca...


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O que elas são capazes de fazer... Com o outro.


O gemido era contido, depois que deu para o primeiro estranho, passou a gostar de gritar... “Me come” ao pé do ouvido tornou-se “mete caralho” – “Mete seu filho da puta”... Dedo no cuzinho não era legal, mas desde o instante em que um estranho atolou lhe o dedo até o fim, passou a gostar tanto que até goza só nesta preliminar... Deixar ser lambida no cuzinho então... Sem chance. Até o dia em que um Argentino tacou lhe de bunda para cima e lambeu sem dó e consentimento, quase num passe de mágica o primeiro e único “não” tornou se em um “Uíiii...” Prazeroso derretido e suplicante.

As posições precisavam ser confortáveis e em cama segura... Mas na mão de outros, mais de uma vez a vi praticar verdadeiros shows de trapézio e contorcionismo, sem ligar para conforto, sentindo se segura sendo erguida ou meio dependurada.


Aos que desejam “entrar” estejam preparados para descobrir o que sua mulher é capaz de fazer sorrindo... Com o outro...




sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ideia de última hora...

Sábado 8, não estava programado. Chegamos à casa após às 3, depois que sairmos da casa de amigos, cheia de tesão e vinho, desafiou: Queria ir ao clube... Como vínhamos da casa de amigos, foi a primeira vez que entrava no clube vestida discretamente.





O que não foi um problema. Invadiu a boate quase vazia, ficou só de calcinha e enquanto se divertia exibindo-se para o DJ o ambiente encheu-se novamente... Eletrizada, só de calcinha dançou, esfregou-se em todos os casais da boate, inclusive um solteiro que mais tarde cruzou o caminho dela em um dos quartos. Por ela, ele foi convidado a comê-la, simples desta forma, “me segue, vem me comer...” E comeu muito. Quanto mais ouvia dela; “Mete Filho da puta” mais forte e com mais vontade ele metia... 

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Qual fantasia é de quem...

A principal e indispensável fantasia é sempre vê-la vestida para provocar, sobre tudo qdo exibe os Peitões de Mármore nos decotes e transparências, qto maior a reação de desejo dos homens, tanto maior será minha satisfação. No sábado passado, como sempre, ela estava de enlouquecer.

Precisei de tempo para entender, a Ví não é afeita a encontros, preparar ocasiões com pessoas escolhidas, o que meche com ela é o desconhecido.  O que enlouquece a Ví é não é um tipo de homem ou lugar, mas o que me parece, é sim o primeiro homem que a faz dela uma puta descontrolada onde ela estiver.

Sábado passado, no quarto escuro do clube, aquele homem grande que primeiro aproximara, foi convidados com os olhos e o sorriso, enquanto tentava acreditar que tal sorte era possível, ela foi logo libertando os seios da echarpe transparente transada tal como se fosse um top oferecendo os aqueles seios que dificilmente, tão sedo, ele tocará e sugará igual...

Na verdade me enganei. Relembrando a última noite e as demais... Não é o primeiro homem que aparece, é o primeiro pau que aparece, melhor, é qualquer pau bem duro apontando na direção dela. Sábado passado nas brincadeiras da Boate já havia percebido que ele não tirava os olhos dela, qdo a encontrou oferecida no quarto escuro, só podia ter como primeira reação colocar o pau explodindo para fora...  As vezes a Ví se masturba só olhando fixamente meu pau duro... A visão dela daquele pau sendo masturbado para ela, acionou o mecanismo de descontrole dentro dela... Quase automática e enfeitiçada; Muito habilidosa, ao mesmo tempo em que dava as costas, com uma das mãos arredava a calcinha e a outra orientava a camisinha e guiava o pinto dele para dentro dela.

Ela pediu para ser comida de quatro, um pouco depois ele pediu para comer de frente, no pouco conforto do quarto escuro, em um tipo de degrau pouco maior que uma cadeira, em uma espécie de malabarismo a comeu de frente sem desgarrar dos Peitões dela. Ela sempre medrosa e às vezes a te “fresca”, nestas horas se transforma, não ligou para onde ou como estava sendo comida, não teve medo de cair, talvez pelo tamanho dele e a força que inspirava ter, sei lá... Ela apenas abriu as pernas e se entregou com prazer...

Não me lembro, de ter visto a Ví dar para um cara mais de uma vez, mas o nosso amigo grande comeu mais uma vez. Nem digo que ela gostou dele, apostaria que caso ela cruzasse com ele  não se lembraria do rosto... No outro quarto, no quarto da cama gigante, iluminado, espaçoso, nosso amigo grande, sempre acompanhado da esposa lamentavelmente desinteressante, menos de dez minutos após ter comido a Ví no Dark Room surgia novamente de pau em riste como se fosse a primeira vez.
A Ví não se impressiona com homens, mas não resiste quando percebe que um pinto está duro por ela e o fato dele a ter comido poucos instantes antes, e já desejá-la novamente em tão pouco tempo deve ter mexido com ela. Não queria ter dado a ele a satisfação de comê-la mais uma vez, mas quando tentei tira-la de lá ela soltou um “Haaaaaa...” tão prolongado demonstrando um lamento tão decepcionado, que a devolvi a ele.

Com a minissaia preta erguida na cintura, a bunda que engolia uma calcinha que não passava de fina tira, encostou se sobre o pau exposto dele, com as duas mãos grandes vindas de trás, ele segurou lhe os seios como se fossem duas taças... A feição de prazer dela... Indescritível...
Minha fantasia favorita; olhar. Olhar principalmente a Ví. Recostado na outra extremidade da cama, não só exerci meu prazer de assistir a Ví tendo prazer com outro homem, mas pude assistir com detalhe e calma... No ambiente iluminado pude viver mais uma vez a fantasia de ver outro pau invadindo e sumindo dentro da Ví, saindo e entrando novamente... Pernas bem abertas, com a buceta toda preenchida por outro pau... Não menos predileto, foi poder beijá-la deliciosamente enquanto o outro bombava entre as pernas dela implacavelmente...

É incrível como em poucas linhas se pode cometer muitos enganos. Mudei de ideia mais uma vez; A fantasia da Ví não é o primeiro estranho que aparece, não é um pinto duro por ela. Na verdade a fantasia da Ví  é servir, ser a cortesã que por prazer está disponível e submetida aos desejos sexuais de quem seja ou quantos sejam... Apraz-se no limite por ser objeto sexual masculino... Não foi uma ou duas vezes que evitei que ela no auge do tesão, não fosse comida por todos os homens de um ambiente ou que chupasse todos os paus que lhe eram oferecidos...
Sábado passado ela nos serviu. Enquanto permitia que o outro matasse a fome de comer mais uma vez aquela bucetinha deliciosa, no mesmo instante que empurrava meu pau todo dentro da boca dela... Sem até se incomodar com os vários casais com feições de amadores no swing que assistiam a tudo, quietos, assustados e excitados...

No final, já em casa, enquanto ele havia comido duas vezes, eu mesmo terminei a noite sem comer. Não aguentei; Em nossa cama, depois de muito tempo manipulando minhas bolas, meu pau, chupando até o cabo e espancando o próprio rosto com meu membro explodi dentro da boca dela, enquanto ouvia dela que queria ter dado mais...  Engoliu até ter certeza que não mais havia nenhuma gota...