quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Vaidade


Muitos podem achar que a Luxúria é meu pecado favorito. Pois digo que não, o posto de primeiro lugar pertence à Vaidade. E como tal, o Vaidoso é viciado em admiração alheia e porque não dizer, na inveja alheia. Sou viciado na inveja de outros homens em relação a minha mulher. Absolutamente todos gostariam de ter na cama o corpo e a safadeza desta mulher a própria disposição;


Por tal não perco oportunidade de exibi-la, na noite, no dia, no clube na praia... No restaurante, academia, qto mais a desejam mais viciado me torno, e cada instante quero exibi-la mais...




segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Santo Biquíni

O biquíni é a lingerie com autorização de uso em público. Quer entender a disposição sexual de uma mulher, veja o tamanho do biquíni que ela usa... Nós aqui não temos a sorte de termos praia, vamos de clube mesmo.

Um grupo menor, mas portentoso, de gostosas desfilam de lá para cá dentro de seus mini biquínis, verdadeiro feitiço e provocação a quem olha. Entre as gostosas, a mais gostosa e provocadora é casada comigo. Quando chega é “somente” segura e quase indiferente, na medida do tempo e do vinho e dos olhares que vão se somando; Uns mais outros menos descarados, com o tempo o “excesso” de atenção cria no rosto dela aquele olhar de; “Pode olhar que eu gosto”, “Vem em mim porque sou facinha”, “Eles estão olhando? Nem percebi”... Feições todas misturadas em um sorriso de canto de boca...

Nos clubes sociais as intenções sexuais têm quer ser disfarçadas, famílias estão lá. Mas Qto mais descarado o olhar melhor recompensa a Ví oferecerá ao dissimulado. Algumas abaixadas “descuidadas”, Pernas um pouco mais abertas que deveriam, uma passada a cada momento mais perto de quem olha, um mamilo começado a aparecer na peça de cima menor que a necessidades dos Peitões de mármore tem de ser escondidos... Aquela "passada" de protetor que mais convida do que protege...

Qto a mim, muito mais excitante do que observar as gostosas dos outros, é observar as reações que a minha gostosa desperta. Por trás dos óculos escuros a procura do melhor anglo para ver sem causar alguma intimidação no admirador... Tenho que ser atento é ver, pois a Ví não faz nada escondido, mas aquilo que não vejo, quase como uma tortura Sado Masoquista ela muitas vezes não me conta, deixando - me só de imaginação...

Ontem em determinada feita, por acidente, a parte de cima do biquíni “arredou” e deixou todo o mamilo direito exposto, ao observar o que estava ocorrendo esperei por alguns instantes...  E só então a avisei para que arrumasse. A reação esperada é que ela tampasse  a parte desnuda rapidamente e quase instintivamente olhasse em várias direções para descobrir se alguém tinha visto. Qual nada, sem pressa ajeitou a peça de cima e olhou reto na direção de uma mesa da qual dois homens passaram todo o domingo “babando” sobre ela, não fez cara de “será que eles viram?” – Mas os encarou com o olhar de: “Que bom que vc  viram”...



Ontem algo foi além da minha visão, algo aconteceu que parece ter mexido muito com o tesão dela, fiquei com a sensação de ter perdido algo... Quem sabe se ela após ler este texto, não se compadece de mim, abre um vinho, e depois recoloca aquele biquíni e enquanto brinca com o meu pau me conta aquilo que só os olhos dela poderiam ter visto...



segunda-feira, 28 de julho de 2014

Para os Receosos...

Segue um texto muito descontraído sobre a primeira experiência em uma casa de swing.  Um texto simples e divertido o qual desmistifica estás "casas" e poderá encorajar os que ainda estão receosos mas fantasiam conhecer o "Playground"... Texto de "Jane Bond" do Site "Vila Mulher"



Ola Pessoal! Voltei. Com novidades...
Este fim de semana finalmente eu e meu marido realizamos um desejo antigo: fomos à uma casa de swing em São Paulo, famosa e muito bem localizada, em Moema. Para mim, uma descoberta. Para ele, a graça em ver o que aconteceria lá, já que é velhaco no assunto, conhece varias delas...
Bom, estou aqui para contar á vocês, amigas queridas e para as não tão queridas também, mas curiosas com certeza, como é lá dentro.
Você imagina um monte de coisas antes de ir. Fica ansiosa, vai ao cabeleireiro, faz depilação, as unhas, se maquia toda, pensando que vai entrar no antro da perdição. Nada disso. É bem mais simples do que parece.
Fomos com mais duas amigas nossas. Chegamos cedo, havia apenas alguns casais lá dentro. Tudo bem escurinho, fresquinho, com uma pista de danças pequena no centro. Musica calma e tranqüila. Alguns casais são nitidamente casados, senhoras comportadas em seus vestidos tão comportados quanto elas. Outros nota-se que são garotas de programa que foram acompanhar o homem, mesmo porque é uma fortuna para um homem desacompanhado entrar lá. Algumas mulheres são bem desinibidas, usando vestidinhos tão curtos que dá para ver o pescoço quando se abaixam... Tudo muito democrático.
Lá pelas 23 horas a casa começa a esquentar. Chegaram vários casais e a musica calma foi trocada pelo dance. Uma boate, como qualquer outra que já fui na vida. Alegre e descontraída.
Será?
Não... Existe um labirinto escuro, muito movimentado, cheio de minúsculos cubículos com um sofazinho dentro. Alguns têm treliças na parede, onde você pode espiar o que acontece ali dentro. E rola de tudo...
Existem salinhas privativas também, onde o casal ou os casais, ou seja lá quem for, podem transar sem serem vistos. Outras têm um furinho na parede, para que os espectadores do lado de fora coloquem seus penis e quem estiver ali dentro faça o que quiser com ele. Ou então coloquem a mão mesmo, participando de forma indireta da relação que rola ali dentro.
Também existe uma sala coletiva, onde rola de tudo e uma sala só para casais, com um segurança na porta controlando a entrada, para ninguém entrar sozinho.
A gente anda pelo labirinto, vai olhando pelas treliças e se quiser participar, é só entrar. De vez em quando se sente uma passada de mão no traseiro, um volume te encoxando. Cabe a você decidir se vai ou não. 
Tudo na verdade é muito respeitoso. Você pode ficar na sua sem ser incomodado por ninguém. Ou pelada na pista de dança. Tanto faz, todo mundo respeita todo mundo. Você pode ser gay, homo, hetero, todo mundo respeita.
Lá pelas 2 da manhã houve um show de strip-tease muito bonito. Primeiro de um rapaz lindo, gostoso mesmo.Vestido de cigano, foi tirando tudo...tudo mesmo... Eta, que delicia! Ele passa pelas mesas durante o show e você pode acariciá-lo se quiser. É bom demais...
Depois foi a vez da coelhinha. Linda, um corpão de dar inveja. Os homens deliram. Ela dança no pole dance ( ainda aprendo isso...). E a casa esquenta...
Mas tenho certeza que tem gente se perguntando: E ai, transou muito lá? 
A minha resposta vai deixar muitas de vocês intrigadas... Não, eu não transei. Minhas duas amigas sim, cada uma delas pegou um carinha. Mas uma delas ficou frustrada, pois foi na base do "vai ser bom, não foi?" Nem deu tempo de sentir o gostinho. A outra foi mais demorada, mas segundo ela, muito pequeno... Mas valeu.
A verdade é que em minha opinião, a casa apesar de toda sensualidade e sexualidade exalando pelas paredes, é um fast food de paredes apertadas.
Fiquei excitada sim, ao ver um casal na sala exclusiva de casais cuja esposa ( e era a esposa mesmo) fazia um boquete no marido, de dar água na boca. Logo depois ela se deitou no sofá e a vi sendo masturbada por outro homem enquanto chupava o maridão. Delicia de cena. Nessa hora eu quase entrei na sala, mas estanquei na porta. Fiquei tímida. Engraçado, né?
Por maior que fosse minha excitação, fiquei inibida. Meu marido rodou bastante pelos labirintos mas também não transou com ninguém. Depois conversamos sobre o assunto em casa e descobrimos que nós dois preferimos conhecer antes a pessoa com quem vamos transar, seja num ménage, seja numa festinha. É o único ponto que pega lá. Você olha e decide se vai ou não em questão de segundos. E tem que ficar numa salinha que muitas vezes mede 1 metro quadrado, as vezes com seis pessoas lá dentro...Sei não, acho que prefiro um motel espaçoso...
Mas o melhor mesmo da festa foi quando chegamos em casa, por volta das cinco da madrugada. Os dois estavam excitadíssimos! O estimulo visual é muito forte. Transamos e dormimos. A tarde, de novo o fogo ardeu e de noite eu estava esgotada fisicamente.E ele querendo mais! No dia seguinte, a chama acendeu de novo! E vamos ao jogo!!! 
A verdade é que valeu a pena a experiência. Conhecer o mundo é sempre adquirir conhecimento. Gostar ou não, cabe a cada um de nós, mas só podemos julgar se uma coisa é boa ou não, indo lá e vendo com nossos próprios olhos. Recomendo. Para nós, como afrodisíaco da relação, foi muito bom!
Pretendemos voltar, dessa vez quem sabe com alguns conhecidos, para ver o que rola. Se não rolar nada, sempre podemos ir à um motel, não é? Com certeza a noite nunca será perdida!
Beijos! 
Bond, Jane Bond
Vila Mulher











Não há um só olhar que não seja atraído por essas duas "luzinhas acesas"...

quarta-feira, 16 de julho de 2014

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Sábado 12 no S. Clube BH; Um Show para 4 maridos muito atentos que deram costas as belas esposas deles para assistir ao strip da Ví sem piscar... E aplausos no final...





quinta-feira, 10 de julho de 2014

terça-feira, 8 de julho de 2014

Mulheres do s. Clube

É claro que a brincadeira é a Ví, com a Ví. É claro que principalmente a brincadeira é a Ví com os outros, ou outras... Mas algumas mulheres, na verdade, mais o comportamento de algumas mulheres me chama muito a atenção.

Ela era morena, cabelos lisos e longos, bunda redonda. O vestido mini, tomara-que-caia. Dançava um pouco e já expunha a calcinha, sem muito essa de ficar “ajeitando” o vestido para baixo... Sabia usar bem aquela bunda redonda enquanto dançava. Dançava acompanhada do marido, atrás dela outro casal, bem jovens; Jovem de bom tipo e a namoradinha branca, magra vestida tão desinteressante que ao menos me recordo do rosto dela, abraçada ao namorado por trás era tão somente um enfeite.

Por duas vezes enquanto a morena dançava encostou aquela bunda redonda na virilha do jovem rapaz, certamente quando ele percebeu que poderia tirar algumas casquinhas daquela situação, o pau ficou duro na hora. A partir de então, tentando ser discreto e fingindo “sem querer” o jovem passava a dar rápidas encostadas naquela bunda meio exposta meio coberta pelo mini vestido verde. Mais tesão mais coragem, as rápidas encostas haviam transformado se em breves esfregadas... Até que,
bobo feito eu só, percebi que a bela morena fingia não perceber o “abuso”.

Não sei quem tinha o pau mais duro, eu que assistia e de imediato adotava aquela fantasia a qual um estranho esfregava-se na bunda de minha mulher enquanto dançava, ela fingindo não perceber apesar da dança convidativa e do volume passando pelas nádegas ou ele protagonista, aquele que realmente sentia o atrito gostoso das carnes...

A certo ponto ela decidiu fazer contato. Olhou sobre os ombros, aquele olhar e sorriso que só as mais safadas têm. Aí provocou mais, rebolou mais, esfregou-se mais, deu as mãos dele acesso muito além daquela bunda redonda, “cerejou” o bolo dele com um beijo na boca... A namoradinha do rapaz, nem sei... Ficou lá, pendurada nas costas dele tal qual uma mochila vazia...